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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

04.01.2010 – Segunda-feira



Diazinho bom pra ficar na cama, céu nublado com chuva fraquinha, vamo devagar e sempre (mais devagar do que qualquer outra coisa). Confesso que a história do apagão da máquina digital ainda não me desceu, mais fazer o quê né? Com o super possante 1.0 Fire carregado até os vidro, e cheio de pobre dentro: vai começar a chinelagem.


Por falar em pobre, oh eles aí ao lado?



Obs.: Os assuntos na viagem foram qualquer coisa de superinteressante, tipo se o filho do Fábio Jr. é parecido com o pai, o que é Restinga, se a Xuxa ainda amava o Senna e largou o Zafir pra ficar com o Vitor e Léo (um dos dois ou os dois, sei lá), seu Darci, seu Giovani, Dona Norcy, o porre do Dudu no Ano Novo... Pelo amor de Deus eu só queria um tampão de ouvido, aliás, dois.


A viagem estava super tranqüila, vários trechos duplicados, e como os caminhões andavam mais rápido que a Tatiane ( em Araranguá fomos ultrapassados por uma bicicleta) não havia problema algum. Até a Dona Maria começar a cantar “ No dia em que eu saí de casa, minha mãe me disse...”!!! Meus Deus aquilo era um sinal divino, lembrando que levar sogras em viagem é indiada, duas então nem se fala. Bom a solução de momento foi botar Tequila Baby no CD; como você pode ver abaixo.







A Indiada começou a ficar Super, em Palhoça 25 Km de congestionamento - que saudade que eu tava de um congestionamento - até porque fazia tempo que eu não pegava um (agora eu só assisto pelas câmeras). Duas horas depois descobrimos o motivo, um Filho da P.. de um Pedágio de incríveis R$ 1,10!!! Ninguém merece.






Durante este incrível congestionamento de boas vindas a Indiada começa a se tornar Super-Mega. Eu quase tinha me esquecido que carregava junto a cunhada, e óbvio que ela tinha que dar o ar da graça. Os gritos de “Vou vomitar, vou vomitar!!!” ficaram registrados em minha memória, assim como o barulho do pastel de queijo comido em Araranguá sendo golfado para dentro de uma santa sacola do Zaffari que segundos após era arremessada na direção da Mata Atlântica. Abaixo a carinha da Giulia minutos antes do ocorrido.


Momento de Reflexão: “Eu não joguei pedra na cruz, quando estavam amarrando J.C. eu gritei: Prega que fica mais firme!!!”.

Agora tô tirando o atraso das fotos que a Tati apagou (ainda não superei) e aproveitando pra me distrair.






Mais uma hora de congestionamento entre a ponte e o acesso ao sul da Ilha e finalmente chegamos. Tá explicado o porquê de eu não atualizar a porra do Blog, eu só quero cama. Obs.: Só falta chover amanhã!!!

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